O Mito chegou sem tempo de televisão, sem recursos, e com um partido até aqui sem expressão alguma.

Chegou e ganhou às eleições porque a maioria da população  está farta de tudo e de todos que transformaram o país em um show de horror, onde reina a corrupção, a imoralidade, a má gestão dos recursos públicos, a burocracia sem fim, e a desfaçadez  de políticos que querem o poder, mas não se preocupam com nosso Brasil.

A chegada de Jair Bolsonaro a presidência mostrou que o desejo de mudança e o antipetismo foram os principais definidores deste processo eleitoral.

Assim como todos aqueles que votaram no Mito, sinto uma singular alegria de vê-lo a frente do cargo mais alto da República. O momento agora é de comemorar.

Passando a merecida fase dos brindes e das festas, fica a pergunta: E agora?

Como não tenho por hábito dar conselhos a quem não me pede, a lista que faço aqui expressa apenas os anseios de um eleitor que trabalhou com afinco na campanha de Bolsonaro, apenas pelo desejo de viver em um país melhor. É bom deixar claro que não apenas fiz tudo de graça, como ainda gastei recursos próprios nesta busca de retirar o lulopetismo de suas pretensões de poder .

Sem mais delongas, vamos a lista resumida dos meus anseios:

  • Continuar combatendo a nefasta ideia comunista que Lula e seus asseclas insistem querer implementar no nosso país. Para aqueles que desconhecem a ideologia de esquerda e seus tentáculos, e para aqueles que ainda acham que o comunismo deixou de existir com a queda do Muro de Berlim (que ingenuidade!), sugiro a leitura do meu artigo sobre a estratégia comunista (ver https://www.educandose.com.br/2018/08/04/um-pouco-sobre-a-estrategia-comunista/).

  • Desarticular o aparelhamento do Estado promovido ao longo de décadas. Não podemos ser ingênuos e achar que, ao estalar dos dedos, todos os petistas e simpatizantes (nos diversos órgãos do governo), deixarão de atuar em função da causa, que agora passará a ser a volta do partido ao poder. Para tanto, atuarão com toda sorte de boicotes a atual gestão.

  • Cuidar para que ONGs (ou outra organização) ligadas a qualquer causa político partidária deixe de receber recursos públicos. Incluindo principalmente àquelas com vinculação, direta ou indireta, aos movimentos ditos sociais, mas que não passam de uma engrenagem criminosa ligada a partidos de esquerda.

  • Combater a corrupção de todas as formas.

  • Implementar uma pauta econômica liberal. Quanto menos interferência do Estado melhor.

  • Utilizar a meritocracia como critério para as nomeações em cargos públicos.

  • Realizar uma boa articulação parlamentar, com vistas a combater a oposição inconsequente que teremos. Não tenho dúvida de que os petistas estarão a frente (ou pelo menos tentarão) de uma oposição sem qualquer preocupação com o destino do país. Pouco importará se os projetos a serem votados sejam bons. Trabalharão na direção de destruir o Brasil, para depois utilizar o discurso de que eles são os salvadores da pátria. Assim poderão voltar ao projeto de poder que tanto desejam.

  • Que Jair Bolsonaro seja o presidente de todos, promovendo a união dos brasileiros. União esta, que foi ferida (não de morte) por políticos inescrupulosos que plantaram o nós contra eles, o homo contra o hétero , o negro contra o branco. O Brasil é, e sempre será, o Gigante que abrigará uma população pacífica e sem qualquer tipo de discriminação, afinal somos irmãos da mesma nação.

Finalmente, o Mito chegou e agora que faça um excelente governo, contando com o mesmo apoio e a mesma mobilização popular que o levou a presidência.

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André Machado
Cristão, casado há 19 anos, tem três filhos. Foi Sargento da Força Aérea durante 8 anos. Ocupa o cargo de Auditor Fiscal da Receita Federal do Brasil desde 1998, tendo desempenhado diversas funções em comissão e em assessoria, com destaque para o de Diretor de Fiscalização Substituto, Coordenador Geral de Planejamento e Chefe do Escritório de Fiscalização no Rio de Janeiro (todos na PREVIC). Também atua como professor da Escola Nacional de Administração Pública (ENAP), na área de Gestão e Planejamento. Possui graduação em Administração pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (1994); Pós-graduação em Administração Pública pela Fundação Getúlio Vargas/RJ (2001); Pós-Graduação em Previdência Complementar pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2003); Mestrado em Engenharia de Produção pela Universidade Federal Fluminense (2005); Advanced Leadership Seminar / Haggai Institute- 2008 (USA); Pós-Graduação em Política e Estratégia pela Escola Superior de Guerra (2011).

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